O primeiro tema técnico, que inclusive deve estar presente na Política de Segurança da Informação, é o “Controle de acesso”. Garantir que a informação seja acessível apenas a quem de direito é uma premissa básica quando falamos em segurança da informação.
O controle de acesso prevê os seguintes processos:
Autenticação: Quem tem permissão para acesso ao sistema e/ou informação;
Autorização: O que o usuário/profissional previamente autenticado tem permissão de fazer;
Auditoria: O que foi feito pelo usuário/profissional autorizado a acessar o sistema e/ou informação.
As regras de controle de acesso, através de login e senha, método mais comum até os dias de hoje prevê alguns requisitos de segurança mínimos, como:
Complexidade de senha: Mínimo 8 caracteres, com obrigatoriedade da combinação entre Letras (maiúsculas e minúsculas), números e caracteres especiais;
Expiração de senha: Troca periódica de senha, que não seja maior que 90 dias com no mínimo;
Bloqueio de senha comum: Não permitir senhas comuns como exemplo: “123456”, “abcdefg”, entre outras;
Histórico de senhas: Não permitir utilização das últimas 5 senhas.
Em evolução do “login/senha”, como recomendação atual e baseado nos novos recursos e tecnologias, visando aumentar o nível de segurança nos acessos, é o uso do Múltiplo Fator de Autenticação (MFA). Esse recurso, quando ativo, pode prever envio de código de liberação via SMS, por e-mail ou aplicativos de autenticação para smartphones.
Você sabia que o Microsoft 365 oferece o múltiplo fator de autenticação de forma nativa, precisando apenas ser configurado?
Aprenda como configurar o MFA em sua conta no Microsoft 365. Veja o vídeo a seguir: